O Q. nasceu em Lisboa em 30 de Abril de 2008 e é um menino muito especial.

E é por ser especial que desde o primeiro dia que trabalha muito, que procuramos soluções, alternativas, pesquisamos, falamos e temos muita ESPERANÇA que um dia faça tudo o que os outros meninos fazem.

Por ser assim, te amamos e POR TI, Q. tudo fazemos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Pulses of light spark muscle movement


Pulses of light might one day restore normal muscle activity in people with cerebral palsy or paralysed limbs. That's the hope of researchers now using the technique to control the leg muscles of mice.

The work is part of a growing field called optogenetics, and used light-activated proteins from photosynthetic algae to switch nerve cells on and off. The latest study is the first to apply the technique to the peripheral nervous system, which controls voluntary movements.

Karl Deisseroth of Stanford University, and colleagues, inserted into mice the gene which codes for the algal protein ChR2, which caused the protein to attach itself to the surface of nerve cells. After anaesthetising each mouse, they optically stimulated its sciatic nerve – which runs from the lower back to the lower limb – using a cuff lined with light-emitting diodes. They measured the resulting contractions in the Achilles tendon.

Stimulating muscles with electrical impulses has allowed paralysed people to walk. But electrical signals activate large, fast-twitch nerve fibres before small slow-twitch ones – the opposite of what happens naturally. This makes people walk with jerky, robotic movements which quickly become exhausting.

In contrast, the light pulses reproduced the "natural firing order" of nerves in the mice, says team-member Scott Delp, also at Stanford. The team is hopeful that the technique could work in humans to restore movement to paralysed limbs, or counter the muscle spasticity characteristic of cerebral palsy.

28 September 2010

Brain, Brain Information, Facts, News, Photos -- National Geographic

Uma animação BRILHANTE sobre o funcionamento do nosso cérebro. Como funciona, que partes são responsáveis por quê, as lesões e quando se estimula "onde" é que acontece!

O funcionamento do Cérebro

Making sense of the brain's mind-boggling complexity isn't easy. What we do know is that it's the organ that makes us human, giving people the capacity for art, language, moral judgments, and rational thought. It's also responsible for each individual's personality, memories, movements, and how we sense the world.

All this comes from a jellylike mass of fat and protein weighing about 3 pounds (1.4 kilograms). It is, nevertheless, one of the body's biggest organs, consisting of some 100 billion nerve cells that not only put together thoughts and highly coordinated physical actions but regulate our unconscious body processes, such as digestion and breathing.

The brain's nerve cells are known as neurons, which make up the organ's so-called "gray matter." The neurons transmit and gather electrochemical signals that are communicated via a network of millions of nerve fibers called dendrites and axons. These are the brain's "white matter."

The cerebrum is the largest part of the brain, accounting for 85 percent of the organ's weight. The distinctive, deeply wrinkled outer surface is the cerebral cortex, which consists of gray matter. Beneath this lies the white matter. It's the cerebrum that makes the human brain—and therefore humans—so formidable. Whereas animals such as elephants, dolphins, and whales have larger brains, humans have the most developed cerebrum. It's packed to capacity inside our skulls, enveloping the rest of the brain, with the deep folds cleverly maximizing the cortex area.

The cerebrum has two halves, or hemispheres. It is further divided into four regions, or lobes, in each hemisphere. The frontal lobes, located behind the forehead, are involved with speech, thought, learning, emotion, and movement. Behind them are the parietal lobes, which process sensory information such as touch, temperature, and pain. At the rear of the brain are the occipital lobes, dealing with vision. Lastly, there are the temporal lobes, near the temples, which are involved with hearing and memory.

Movement and Balance

The second largest part of the brain is the cerebellum, which sits beneath the back of the cerebrum. It is responsible for coordinating muscle movement and controlling our balance. Consisting of both grey and white matter, the cerebellum transmits information to the spinal cord and other parts of the brain.

The diencephalon is located in the core of the brain. A complex of structures roughly the size of an apricot, the two major sections are the thalamus and hypothalamus. The thalamus acts as a relay station for incoming nerve impulses from around the body that are then forwarded to the appropriate brain region for processing. The hypothalamus controls hormone secretions from the nearby pituitary gland. These hormones govern growth and instinctual behavior such as eating, drinking, sex, anger, and reproduction. The hypothalamus, for instance, controls when a new mother starts to lactate.

The brain stem, at the organ's base, controls reflexes and crucial, basic life functions such as heart rate, breathing, and blood pressure. It also regulates when you feel sleepy or awake.

The brain is extremely sensitive and delicate, and so requires maximum protection. This is provided by the surrounding skull and three tough membranes called meninges. The spaces between these membranes are filled with fluid that cushions the brain and keeps it from being damaged by contact with the inside of the skull.



Pela primeira vez em Portugal, o ISAVE, através da Fundação Padre António Vieira, assina protocolo que permite o desenvolvimento do modelo de reabilitação neurológica desenvolvido em Cuba pelo CIREN, no ISAVE.

O CIREN, Centro Internacional de Reabilitação Neurológica, a instituição médico-científica cubana mais reconhecida internacionalmente na área da reabilitação neurológica, assinou um protocolo com o ISAVE, através da Fundação Padre António Vieira, que permite o estudo, a avaliação e transferência de tecnologia para o ISAVE do programa CIREN de reabilitação neurológica, bem como a supervisão de todo o trabalho de reabilitação por profissionais do CIREN, de Cuba.
Ao ISAVE, “como escola de saúde, cabe o papel de criar as condições para avaliação dos doentes, tanto a nível técnico como humano para que a reabilitação seja realizada nos mesmos moldes que acontecem em Cuba e onde se conseguem os mais altos índices de reabilitação. O ISAVE disponibilizará recursos qualificadas para o desenvolvimento do referido programa, sendo a formação desses quadros acompanhada por profissionais do CIREN”.
Neste sentido, nasce em Portugal, e pela primeira vez, com abertura prevista para este ano, no ISAVE, um centro de reabilitação neurológica com os mesmos padrões de qualidade do CIREN. Os mais de 300 pacientes portugueses que todos os anos se deslocam a Cuba, para aí serem tratados, têm agora em Portugal um centro com as mesmas competências, com a mesma formação, com os mesmos meios de diagnóstico e terapêutica. Teremos assim, em Portugal, um centro capaz de dar respostas efectivas a todo o tipo de problemas neurológicos com a utilização do Protocolo Terapêutico realizado em Cuba, o que vai permitir reduções de custos significativos, abrindo-se a um maior número de pessoas a possibilidade de agora poderem realizar esses tratamentos.
O CIREN criou e desenvolveu ao longo dos tempos tecnologia para o tratamento neuro-reabilitativo, multifactorial, intensivo e personalizado, baseado no princípio da neuro-plasticidade para atingir a recuperação estrutural e funcional do sistema nervoso atingido. No CIREN aplicam-se os métodos mais avançados cirúrgicos; criam-se as mais modernas formas de tratamento mundial em doenças como a de Parkinson e Alzheimer.
O CIREN tem uma estrutura de investigação científica contínua em modernas instalações e com os meios mais avançados, com pessoas altamente qualificadas, sempre com o rigor do controlo pelo sistema de qualidade ISO9000.
É este saber, esta prática, que é transferida para Portugal através do ISAVE, criando uma filosofia de “saúde de proximidade” para um público que nunca teria a possibilidade de se deslocar a Cuba para ter estes tratamentos.
O ISAVE, como escola de saúde, quer ter um papel determinante na formação dos seus alunos e na humanização dos cuidados de saúde em Portugal, sem perder de vista a excelência e os modelos de instituições de referência como o CIREN.


Growth hormone deficiency and cerebral palsy

(1865) Article viewsAuthors: Jesús Devesa, Nerea Casteleiro, Cristina Rodicio, et al
Published Date September 2010 , Volume 2010:6 Pages 413 - 418 DOI 10.2147/TCRM.S12312
Jesús Devesa1,2, Nerea Casteleiro2, Cristina Rodicio2, Natalia López2, Pedro Reimunde1,2

1Department of Physiology, School of Medicine of Santiago de Compostela, Spain; 2Medical Center Proyecto Foltra, 15886 Teo, Spain

Abstract: Cerebral palsy (CP) is a catastrophic acquired disease, occurring during development of the fetal or infant brain. It mainly affects the motor control centres of the developing brain, but can also affect cognitive functions, and is usually accompanied by a cohort of symptoms including lack of communication, epilepsy, and alterations in behavior. Most children with cerebral palsy exhibit a short stature, progressively declining from birth to puberty. We tested here whether this lack of normal growth might be due to an impaired or deficient growth hormone (GH) secretion. Our study sample comprised 46 CP children, of which 28 were male and 18 were female, aged between 3 and 11. Data obtained show that 70% of these children lack normal GH secretion. We conclude that GH replacement therapy should be implemented early for CP children, not only to allow them to achieve a normal height, but also because of the known neurotrophic effects of the hormone, perhaps allowing for the correction of some of the common disabilities experienced by CP children.

Ver todo o documento em:

Investigadores de Coimbra fazem avanço importante para reparação de danos cerebrais

Uma investigação desenvolvida no Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra permitiu descobrir o mecanismo de acção do óxido nítrico na proliferação de células estaminais neuronais, um avanço importante para a reparação de danos cerebrais, avança a agência Lusa.

O estudo, publicado recentemente na revista científica “Stem Cells”, analisou a “proliferação de células estaminais neuronais sob a acção do óxido nítrico, clarificando o mecanismo de acção deste potencial alvo terapêutico para medicina regenerativa”.

O óxido nítrico é produzido no cérebro em condições inflamatórias, na sequência de lesão cerebral.

Segundo uma nota do CNC, “o transplante de células estaminais e a promoção da sua proliferação endógena (no próprio cérebro) têm sido propostas como potenciais estratégias para a reparação de danos cerebrais”.

“Muitas vezes considerado como um obstáculo à proliferação das células estaminais neuronais, o óxido nítrico revelou-se fomentador desta proliferação nas condições testadas por esta equipa de investigadores, por diminuição da concentração utilizada e tempo de aplicação, nomeadamente num modelo animal de dano cerebral”, adianta.

Inês Araújo, investigadora do CNC que liderou a equipa responsável pelo estudo, disse hoje à agência Lusa que “o processo de formação de novas células a partir de células estaminais neuronais na sequência de uma lesão cerebral não é particularmente robusto” e que se procuraram “formas de o tornar mais eficiente”.

Estas células têm “potencial para recuperar as zonas que foram lesionadas, deslocando-se para as zonas onde houve degeneração”, adiantou a bióloga, que desenvolve investigação fundamental na área das ciências da saúde.

Os investigadores de Coimbra descrevem, pela primeira vez o efeito do óxido nítrico na estimulação da proliferação das células estaminais neuronais, que constitui “o primeiro passo para a formação de novas células no cérebro”.

“Descobrimos que o óxido nítrico estimula a proliferação das células estaminais neuronais”, adiantou Inês Araújo, ao referir que esta substância “é muito importante para a estimulação inicial destas células”.

Segundo a investigadora, o conhecimento deste mecanismo é importante para doenças “em que haja necessidade de regenerar zonas do cérebro que foram lesionadas”, em pacientes que sofreram isquémia cerebral ou trauma cerebral.

No comunicado, é referido que “a aplicação clínica destas estratégias levanta algumas preocupações devido a uma possível proliferação excessiva das células estaminais com consequente formação de tumores”.

No entanto, Bruno Carreira (primeiro autor do trabalho e aluno de doutoramento do CNC) e Inês Araújo sublinham que “ao propor um mecanismo para a regulação da acção potenciadora do óxido nítrico na proliferação de células estaminais neuronais, este estudo sugere igualmente que este é um modo mais eficiente e seguro, por ter uma acção moderada, transitória e controlável”.

O estudo foi desenvolvido em colaboração com a Faculdade de Medicina de Coimbra e a Universidade de Lund (Suécia).


Equipa de Coimbra esclarece reparação de danos cerebrais - Ciência - DN

Equipa de Coimbra esclarece reparação de danos cerebrais - Ciência - DN

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

E por aqui queremos continuar também!

Curso "Que hacer por su nino com lesion cerebral" em Maio de 2011


Bertín y Fabiola, volcados con su fundación de ayuda a niños

Juiz Recusa Bloquear Financiamento de Células Estaminais Embrionárias

Quinta-feira, 09 de Setembro de 2010

Um juiz federal na terça-feira rejeitou o recurso da administração de Obama para se manter uma ordem bloqueando o financiamento federal das células estaminais embrionárias.

O Juiz Royce Lamberth disse que os réus estão "incorretos" em muitos dos seus argumentos na solicitação para uma pausa enquanto o caso é objeto de recurso. Ele escreveu em ordem do Tribunal que conceder uma pausa não seria "respeitar a vontade do Congresso" por violar a emenda Dickey-Wicker – uma lei de 1996 que proíbe o financiamento federal para a investigação que envolve a destruição ou danos a um embrião humano.

"O Congresso permanece perfeitamente livre de corrigir ou revisar o estatuto (emenda de Dickey-Wicker). Este Tribunal não é livre para fazê-lo,"escreveu Lamberth. "é bem estabelecido que '[isso] é interesse público dos tribunais realizarem a vontade do Congresso e de uma Agência implementar corretamente o estatuto que administra.'"

No final de agosto, Lamberth emitiu uma liminar que interrompeu o National Institutes of Health, de financiamento da investigação de células estaminais embrionárias humanas. Sua decisão foi baseada no fato de que o financiamento violou a emenda de Dickey-Wicker).

Uma administração Obama atordoada recorreu da decisão de 31 de agosto, argumentando que mesmo uma pequena pausa no financiamento poderia sucatear milhões de dólares em projetos de investigação que têm o potencial de curar muitas doenças de difíceis de tratar. Funcionários também garantiram que nenhum dinheiro federal seria usado para destruir embriões e, portanto, nenhuma lei seria quebrada.

Nomeadamente, no entanto, o processo de colheita das células-tronco embrionárias exige a destruição de embriões – a principal razão por que os adversários da investigação controversa comparam a investigação ao aborto.

Também opositores argumentam que existem a ética e alternativas bem sucedidas para a investigação controversa, como pesquisa de células tronco adultas ou investigação em células estaminais pluripotentes induzidas.

Até o momento, a investigação de células tronco adultas ajudou a tratar mais de 80 doenças enquanto células-tronco embrionárias não tem tratado de nenhuma.

Ainda assim, apoiantes da pesquisa controversa enfatizam que as células estaminais embrionárias podem diferenciar-se em quase qualquer tecido e, portanto, têm o potencial para tratar de uma vasta gama de doenças.

O Presidente Obama deixou claro que o apoio à investigação de células estaminais embrionárias é uma das suas principais prioridades.

Logo após tomar posse, Obama emitu uma ordem executiva em Março de 2009 que revogou a restrição que o ex-Presidente George w. Bush colocou no financiamento federal para investigação com células estaminais embrionárias. Obama no seu discurso inaugural, disse ele iria "restaurar a ciência para seu devido lugar"- uma declaração que sugere uma maior liberdade e apoio financeiro para a investigação em células estaminais embrionárias.

O departamento de Justiça disse terça-feira que planeja apelar da decisão de Lamberth.


sábado, 25 de setembro de 2010

el objetivo global es que lleguen a la normalidad, a ser uno más entre los demás componentes de su grupo de edad en el menor tiempo posible.

Y cuál es el objetivo final de Institutos Fay?

-Pues un objetivo sencillo y complejo a un tiempo: pretendemos que todos los niños y adultos que están en programa lleguen a leer a su nivel de edad, a comprender a su nivel de edad, a diferenciar mediante los sentidos objetos de características muy similares, a ser capaces de solucionar cualquier desafío físico a su nivel de edad, a hablar con un vocabulario y una gramática adecuadas a su edad, a escribir como corresponde a su nivel de edad, etc.

Es decir, el objetivo global es que lleguen a la normalidad, a ser uno más entre los demás componentes de su grupo de edad en el menor tiempo posible.

No importa si la persona es ciega, muda, completamente inmóvil o si tan sólo tiene problemas de aprendizaje.

No importa cuál sea su diagnóstico, el objetivo es el mismo.

A menudo no alcanzamos todas las metas pero en la mayoría de los casos logramos mucho más de lo que sus padres o algunos profesionales hubieran soñado. Y creo que eso justifica todos los esfuerzos.


Parece que é por aqui que seguimos...


Muitos pensam que o futuro dos meninos com Paralisia Cerebral são as células estaminais. Pois é, mas parece que "devemos esperar" que os dados cientificos sejam publicados. Pelo menos é isto que nos dizem, mas quem tem um filho com PC consegue ficar sentado e esperar???? E quanto tempo? 5, 10 anos? Sabendo que há progressos, devemos arriscar?
Parece que não há riscos. Há sim hipóteses de não acontecer nada. Mas também há hipóteses de progressos. Porque é que devemos esperar? Como mãe, não consigo esperar... Quem tem um filho assim, consegue esperar?

A Hormona do Crescimento é mais uma esperança?



Avanços Científicos: Células estaminais podem ser utilizadas para produz...